Queria começar primeiro informando vocês que estou reescrevendo esse post, pois, ontem, após digitar uma graaaande aventura, tudo aquilo que eu demorei um tempo para digitar e por as minhas idéias na tela, selecionei tudo para formatar e repentinamente tudo apagou e eu não tive mais animo para reescrever. Fala sério, ninguém merece. No entanto, se eu não escrever hoje, o post ficará m,uito grande, então ai vai o início da minha história.
Na vida, ou pelo menos na minha, a maioria das coisas, para que aconteçam, é necessário passar por algumas dificuldades, ou seja, nada sai perfeitamente bem ou como queriamos. O bom disso, é que mesmo após todas as dificuldades enfrentadas, podemos ter a certeza, ou pelo menos a hipotese, de que tudo acaba bem no final.
Vocês provavelmente devem saber que para se viajar para os Estados Unidos da América, é necessária uma permissão deles, chamada de visto. Para o visto é necessária uma série de documentos para comprovar que você pretende voltar para o país de onde você saiu, e não dá nenhum golpe para ficar lá permanentemente e clandestinamente. Normalmente a maioria das agências agendam a data do visto para o passageiro ir. Infelizmente na Bahia, meu estado, não exite um Consulado Americano para esse visto ser tirado. Alguns estados como Recife, São Paulo e Brasília têm o Consulado e o local onde foi marcado para eu tirar o meu visto foi São Paulo.
Com a data do visto marcado, a pessoa começa a providenciar os documentos necessários para tirar o visto. Por eu ser de menor, eu deveria ser acompanhada pelos meus pais, no entanto, por ser mais econômico viajar apenas com meu pai, era necessário dessa forma apenas uma autorização da minah mãe dizendo que concorda com a minha viagem.
Por muito tempo os documentos do visto já estavam sendo organizados, só que com meu pai trabalhando em outra cidade ficava um pouco mais complicado ter todos os documentos em mãos. Na terça à noite meu pai chegou. Na quarta eles começaram a terminar de organizar a papelada do visto para na sexta levar na agência de viagens e no sábado viajar para São Paulo. Tudo estava bem até quarta a noite quando o meu pai foi digitar a autorização e percebeu que no modelo constava a necessidade de "reconhecer firma". Para quem não sabe "reconhecer firma" é quando um documento assinado por determinada pessoa recebia um carimbo do cartório confirmando que a assinatura da pessoa era verdadeira. Uma coisa simples, fácil e partica de se fazer se não fosse o fato de que a quinta seria feriado e a sexta enforcada sem o cartório abrir nos dois dias sendo que o documento era necessario para a sexta feira.
E tivemos uma quinta feira repleta de ligações feitas por um pai aos seus amigos pedindo ajuda para os mais influentes que o cartório fosse aberto para um simples porém, muito necessario reconhecimento de firma. Os amigos das cidades próximas não puderam ajudar ou talvez até não quiseram. A ajuda veio de um interior a três horas de distância, lugar o qual minha mãe nasceu e onde mora minha avó. Foi para esse lugar que viajamos na quinta a noite, após um longo e cansativo dia de ligações e uma noite anterior mal dormida pela minha mãe já que a mesma achava que era sua culpa não ter visto que precisava reconhecer firma.
Chegamos na pequena cidade já a noite bem tarde. Demos um beijo nos avós e em minha madrinha e fomos dormir. No dia seguinte, bem cedo, estavam minha mãe e sua amiga em frente ao fórum da pequena cidade. Essa amiga, de tão longe, foi quem facilitou o reconmhecimento de firma, e que logo após de ajudar a sua amiga, que no caso era a minha mãe, fechou o cartório e foi para sua casa aproveitar o seu feriado prolongado.
Às nove horas da manhã da mesma sexta feira viajamos de volta para a nossa origem.
Demos uma passada em Feira de Santana, que para quem não sabe é uma cidade que é um grande ponto comercial da Bahia. E foi nessa cidade que eu me tornei uma viajante completa. Convencemos meu pai a "abrir sua mão", e ele me presenteou com um lindo conjunto de malas rosas. Minha cara gente. Fiquei super feliz. --- No mesmo dia fomos a agência de viagens e terminamos de organizar os documentos. Mais uma vez chegamos em casa tarde da noite, com tempo apenas de arrumar as malas para a viagem no dia seguinte.
Mal pegamos no sono e já era hora de acordar. Minha primeira viagem de avião estava marcada para as cinco e vinte da manhã de sábado com destino à São Paulo-SP. Coração acelerado, sorriso no rosto, mala rosa na mão, bem agasalhada e com o pai ao lado, eu estava entrando pela primeira vez em um avião. Sentei ao lado da janela, muito bom, podia ver melhor o céu. E que céu! A sensação de estar acima das nuvens é maravilhosa. Ver Salvador de cima também é muito lindo. E o café da manhã de avião também não é tão ruim assim.
Decolagem perfeita. Obrigada senhor! :D No avião estava bem quentinho, mas ao sair dele parecia que tinha ligado o ar condicionado. Sensação divertida. Não apareceu o frio que esperavamos, o clima estava bom, nem frio nem calor. Pegamos um táxi, que por sinal cobrou muito caro por uma viagem curta, e fomos em direção a um hotel muito bom de São Paulo. Tomamos mais um café da manhã, esse mais consistente, e aproveitamos um pouquinho das cinco estrelas do hotel.
Meu pai pesquisou um pouco na internet sobre a cidade enquanto eu assistia televisão, depois invertemos os papéis, e eu fui para a internet enquanto ele cohilava. E foi nesse momento que eu escrevi sobre o começo de minha viagem e tudo se apagou, desanimei um pouco depois disso. Fiquei com fome e chamei meu pai para almoçar, afinal já estava no horário, já passavam na verdade das três horas da tarde. Coloquei um tênis e fomos passear, andando, pelas proximidades do hotel. Acabamos comendo uma esfirra e um kibe numa lanchonete árabe que tinha ali perto, depois passamos no Pão de Açúcar e compramos chocolate, chiclete e uma batata Ruffles.
Ao chegar no hotel meu pai se trocou e foi para a academia. Fiquei no quarto mesmo e assiti um filme muito bom com "Queen Latifa", se não me engano o nome do filme era "As férias da minha vida", um filme muito bom e com uma bela lição de moral bem humorada.
Na caída da noite meu pai pesquisou novamente na internet sobre os shoppings da cidade e acabamos por opitar pelo "El Dourado", que era o mais próximo do hotel. Dessa vez pegamos um outro táxi, e o taxista não cobrou tão caro. O shopping era muito legal, tinha várias lojas (claro neh!) e uma boa praça de alimentação (oooh!). Tomei uma casquinha do Mac Donald's e meu pai jantou em um outro restaurante. Voltamos para o hotel e eu fui dormir. Tive uma crise espirro à noite devido a "friagem", mas depois passou.
Um banho quente perfeito pela manhã, um café também muito bom. Fechamos a conta no hotel e conhecemos um irmão do meu avó por parte de mãe, que a muito tempo morava em São Paulo, e que também a muito tempo não ia visitar a Bahia. Ao contrário do que eu esperava, passei o dia de domingo maravilhosamente bem, perto de pessoas humildes e carinhosas que trataram eu e meu pai muito bem e que mandaram vários beijos e abraços para a família na Bahia. Teve momentos que eu me segurei para não chorar. Eles são pessoas magníficas que merecem tudo de bom nessa vida, espero ter a sorte de reencontra-los algum dia.
E o nosso "Tio" nos deixou na casa da cunhada da irmã do meu pai (nossa! quanta confusão), que também nos recebeu muito bem e que até agora pareceu ser uma pessoa muito agradável. E é o computador dela que eu estou usando para escrever o início dessa minha história da viagem à São Paulo. Sei que prolonguei um pouco meu texto, mas espero que vocês queiram saber o final dessa minha viagem que eu ainda não sei como vai terminar, mas que tem muito ainda o que acontecer. Postarei coisas novas assim que elas acontessam e que eu tenha um computador com internet disponível. Dormirei na casa da "tia" hoje e provavelmente os outros dias, e amanhã talvez nós iremos conhecer a famosa "25 de março". Só esperoque não esteja tão cheia como ficou na quinta feira devido a parada gay que teve hoje na Avenida Paulista.
Aqui quem vos fala é a Garota Viajante direntamente da cidade de São Paulo.
Beijinhooos e até a próxima.
;*
Na vida, ou pelo menos na minha, a maioria das coisas, para que aconteçam, é necessário passar por algumas dificuldades, ou seja, nada sai perfeitamente bem ou como queriamos. O bom disso, é que mesmo após todas as dificuldades enfrentadas, podemos ter a certeza, ou pelo menos a hipotese, de que tudo acaba bem no final.
Vocês provavelmente devem saber que para se viajar para os Estados Unidos da América, é necessária uma permissão deles, chamada de visto. Para o visto é necessária uma série de documentos para comprovar que você pretende voltar para o país de onde você saiu, e não dá nenhum golpe para ficar lá permanentemente e clandestinamente. Normalmente a maioria das agências agendam a data do visto para o passageiro ir. Infelizmente na Bahia, meu estado, não exite um Consulado Americano para esse visto ser tirado. Alguns estados como Recife, São Paulo e Brasília têm o Consulado e o local onde foi marcado para eu tirar o meu visto foi São Paulo.
Com a data do visto marcado, a pessoa começa a providenciar os documentos necessários para tirar o visto. Por eu ser de menor, eu deveria ser acompanhada pelos meus pais, no entanto, por ser mais econômico viajar apenas com meu pai, era necessário dessa forma apenas uma autorização da minah mãe dizendo que concorda com a minha viagem.
Por muito tempo os documentos do visto já estavam sendo organizados, só que com meu pai trabalhando em outra cidade ficava um pouco mais complicado ter todos os documentos em mãos. Na terça à noite meu pai chegou. Na quarta eles começaram a terminar de organizar a papelada do visto para na sexta levar na agência de viagens e no sábado viajar para São Paulo. Tudo estava bem até quarta a noite quando o meu pai foi digitar a autorização e percebeu que no modelo constava a necessidade de "reconhecer firma". Para quem não sabe "reconhecer firma" é quando um documento assinado por determinada pessoa recebia um carimbo do cartório confirmando que a assinatura da pessoa era verdadeira. Uma coisa simples, fácil e partica de se fazer se não fosse o fato de que a quinta seria feriado e a sexta enforcada sem o cartório abrir nos dois dias sendo que o documento era necessario para a sexta feira.
E tivemos uma quinta feira repleta de ligações feitas por um pai aos seus amigos pedindo ajuda para os mais influentes que o cartório fosse aberto para um simples porém, muito necessario reconhecimento de firma. Os amigos das cidades próximas não puderam ajudar ou talvez até não quiseram. A ajuda veio de um interior a três horas de distância, lugar o qual minha mãe nasceu e onde mora minha avó. Foi para esse lugar que viajamos na quinta a noite, após um longo e cansativo dia de ligações e uma noite anterior mal dormida pela minha mãe já que a mesma achava que era sua culpa não ter visto que precisava reconhecer firma.
Chegamos na pequena cidade já a noite bem tarde. Demos um beijo nos avós e em minha madrinha e fomos dormir. No dia seguinte, bem cedo, estavam minha mãe e sua amiga em frente ao fórum da pequena cidade. Essa amiga, de tão longe, foi quem facilitou o reconmhecimento de firma, e que logo após de ajudar a sua amiga, que no caso era a minha mãe, fechou o cartório e foi para sua casa aproveitar o seu feriado prolongado.
Às nove horas da manhã da mesma sexta feira viajamos de volta para a nossa origem.
Demos uma passada em Feira de Santana, que para quem não sabe é uma cidade que é um grande ponto comercial da Bahia. E foi nessa cidade que eu me tornei uma viajante completa. Convencemos meu pai a "abrir sua mão", e ele me presenteou com um lindo conjunto de malas rosas. Minha cara gente. Fiquei super feliz. --- No mesmo dia fomos a agência de viagens e terminamos de organizar os documentos. Mais uma vez chegamos em casa tarde da noite, com tempo apenas de arrumar as malas para a viagem no dia seguinte.
Mal pegamos no sono e já era hora de acordar. Minha primeira viagem de avião estava marcada para as cinco e vinte da manhã de sábado com destino à São Paulo-SP. Coração acelerado, sorriso no rosto, mala rosa na mão, bem agasalhada e com o pai ao lado, eu estava entrando pela primeira vez em um avião. Sentei ao lado da janela, muito bom, podia ver melhor o céu. E que céu! A sensação de estar acima das nuvens é maravilhosa. Ver Salvador de cima também é muito lindo. E o café da manhã de avião também não é tão ruim assim.
Decolagem perfeita. Obrigada senhor! :D No avião estava bem quentinho, mas ao sair dele parecia que tinha ligado o ar condicionado. Sensação divertida. Não apareceu o frio que esperavamos, o clima estava bom, nem frio nem calor. Pegamos um táxi, que por sinal cobrou muito caro por uma viagem curta, e fomos em direção a um hotel muito bom de São Paulo. Tomamos mais um café da manhã, esse mais consistente, e aproveitamos um pouquinho das cinco estrelas do hotel.
Meu pai pesquisou um pouco na internet sobre a cidade enquanto eu assistia televisão, depois invertemos os papéis, e eu fui para a internet enquanto ele cohilava. E foi nesse momento que eu escrevi sobre o começo de minha viagem e tudo se apagou, desanimei um pouco depois disso. Fiquei com fome e chamei meu pai para almoçar, afinal já estava no horário, já passavam na verdade das três horas da tarde. Coloquei um tênis e fomos passear, andando, pelas proximidades do hotel. Acabamos comendo uma esfirra e um kibe numa lanchonete árabe que tinha ali perto, depois passamos no Pão de Açúcar e compramos chocolate, chiclete e uma batata Ruffles.
Ao chegar no hotel meu pai se trocou e foi para a academia. Fiquei no quarto mesmo e assiti um filme muito bom com "Queen Latifa", se não me engano o nome do filme era "As férias da minha vida", um filme muito bom e com uma bela lição de moral bem humorada.
Na caída da noite meu pai pesquisou novamente na internet sobre os shoppings da cidade e acabamos por opitar pelo "El Dourado", que era o mais próximo do hotel. Dessa vez pegamos um outro táxi, e o taxista não cobrou tão caro. O shopping era muito legal, tinha várias lojas (claro neh!) e uma boa praça de alimentação (oooh!). Tomei uma casquinha do Mac Donald's e meu pai jantou em um outro restaurante. Voltamos para o hotel e eu fui dormir. Tive uma crise espirro à noite devido a "friagem", mas depois passou.
Um banho quente perfeito pela manhã, um café também muito bom. Fechamos a conta no hotel e conhecemos um irmão do meu avó por parte de mãe, que a muito tempo morava em São Paulo, e que também a muito tempo não ia visitar a Bahia. Ao contrário do que eu esperava, passei o dia de domingo maravilhosamente bem, perto de pessoas humildes e carinhosas que trataram eu e meu pai muito bem e que mandaram vários beijos e abraços para a família na Bahia. Teve momentos que eu me segurei para não chorar. Eles são pessoas magníficas que merecem tudo de bom nessa vida, espero ter a sorte de reencontra-los algum dia.
E o nosso "Tio" nos deixou na casa da cunhada da irmã do meu pai (nossa! quanta confusão), que também nos recebeu muito bem e que até agora pareceu ser uma pessoa muito agradável. E é o computador dela que eu estou usando para escrever o início dessa minha história da viagem à São Paulo. Sei que prolonguei um pouco meu texto, mas espero que vocês queiram saber o final dessa minha viagem que eu ainda não sei como vai terminar, mas que tem muito ainda o que acontecer. Postarei coisas novas assim que elas acontessam e que eu tenha um computador com internet disponível. Dormirei na casa da "tia" hoje e provavelmente os outros dias, e amanhã talvez nós iremos conhecer a famosa "25 de março". Só esperoque não esteja tão cheia como ficou na quinta feira devido a parada gay que teve hoje na Avenida Paulista.
Aqui quem vos fala é a Garota Viajante direntamente da cidade de São Paulo.
Beijinhooos e até a próxima.
;*
11 comentários:
nossa, fiquei pensando, se fosse no meu blog isso daria uma série com no minimo tre episódios.
Enfim...sucesso na sua viagem !
bjos
Que loucura heim?
Mas que bom que tá dando certo.
Bjo
Que doidera heiin.
Enfim, conseguiram o visto ??
Beiijus =)
Loucura ..Loucura..Loucura!!!!
Vô-te!
Mas e aew no que deu?
Beiju
nossa, que foda !!! xD
e faça bom proveito na 25 !!! melhor lugar pra se comprar bugiganga, adoro!! *-*
beiijos
(:
Eitaaa :)
QUem dera viajar assim como vc,
essa loucura traz tantas alegrias,
viver é uma loucura mas ao mesmo tempo alegria,
boas viagens querida viajante ;**
Nossa que correria,viajar é sensacional.E aproveita que São Paulo é bem legal
:)
beijos
faz tanto tempo que eu não viajdo ._.
que legal que tá dando certo pra ti, menina!
beijo e boa sorte!
Mande notícias da 25 de março!!!
Bjooooooooooo!!!!!!!!!!
Avanturassa hein? Boa viagem, garota viajante.
Mas entã? Conte-nos mais da sua aventura!
Beijos.
aaah, eu quero saber o final. consseguiu ou não o visto? sou curiosa sim, e daí? EUHEUIEEUHEUIH.
;* garota viajante! boa soorte. :P
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