Acordar cedo, arrumar as malas, café da manhã e pé na estrada. São 500 km ou mais de onde saímos para onde iríamos. Na fronteira dos estados (BA/TO) começa a notar a diferença. Percebemos que a Bahia tinha terminado quando saímos daquele cerrado plano cheio de plantações e descemos morro abaixo numa vegetação diferente e num relevo repleto de chapadas. É ali que se divide Bahia de Tocantins.
Na estrada meu pai se guiava pelo mapa e pelo GPS. Era muito engraçado tentar se encontrar através daquele aparelhozinho. Passamos por algumas cidades do Tocantins. Passamos por Almas, Porto Nacional, Natividade, Novo Jardim, não exatamente nessa ordem. Algumas nós visitamos e tiramos fotos outras apenas passamos em frente, mas aproveitamos para conhecer um pouco mais o estado que estávamos a visitar.
Almoçamos em Porto Nacional, um peixe delicioso num restaurante chamado “Flutuante”, já que ele ficava flutuando no rio. O delicioso Tucunaré nos deixou abastecidos para continuar a viagem e finalmente chegar a Palmas, que era para onde estávamos indo.
No início não parecia que tínhamos chegado, mas, apesar da péssima sinalização, uma placa indicava o caminho para o centro de Palmas. Fomos nos aventurando pelas ruas, ou melhor, quadras que segundo meu pai eram extremamente parecidas com as de Brasília. Passamos em frente a alguns hotéis e optamos por um escolhido pelo meu irmão, cujo tema era muito interessante. O hotel estilo medieval não era tão bom quanto imaginávamos, no entanto servia para o que queríamos: descansar.
Às oito da noite mais ou menos saímos para jantar e passear pela cidade. Passamos por uma ponte enorme de 8 km que cortava um lago artificial, a ponte ia de Palmas em direção a uma cidade chamada Paraíso. Mesmo não indo para Paraíso, vale a pena passar pela ponte só pela sensação, e depois retornar os 8 km de ponte novamente.
Da ponte fomos para o único shopping que eu vi em Palmas. Antes de entrar no shopping eu estava me sentindo como se estivesse numa cidade alienígena, longe da civilização, me perguntando onde se encontravam as pessoas daquele lugar. Mas quando eu entrei no shopping de Palmas e vi todos aqueles jovens, toda aquela multidão lotando uma praça de alimentação rodeada de lojas, eu percebi que eu não estava em outro planeta, ainda se tratava do planeta Terra, ou melhor, ainda se tratava do meu querido país chamado Brasil. Pois era naquele shopping que eu tinha encontrado a civilização que eu estava ávida por encontrar.
Passeamos um pouco pelo shopping que era bem pequeno e não possuía cinema. No dia seguinte eu iria perceber que esse era o único shopping da cidade e que as pessoas lá conseguem sobreviver sem cinema. Saindo do shopping fomos comer no Bob’s, onde eu percebi mais uma vez que aquela capital, apesar de nova, era civilizada. E depois voltamos para o hotel onde eu tive uma ótima noite de sono.
Continuuaa...
Na estrada meu pai se guiava pelo mapa e pelo GPS. Era muito engraçado tentar se encontrar através daquele aparelhozinho. Passamos por algumas cidades do Tocantins. Passamos por Almas, Porto Nacional, Natividade, Novo Jardim, não exatamente nessa ordem. Algumas nós visitamos e tiramos fotos outras apenas passamos em frente, mas aproveitamos para conhecer um pouco mais o estado que estávamos a visitar.
Almoçamos em Porto Nacional, um peixe delicioso num restaurante chamado “Flutuante”, já que ele ficava flutuando no rio. O delicioso Tucunaré nos deixou abastecidos para continuar a viagem e finalmente chegar a Palmas, que era para onde estávamos indo.
No início não parecia que tínhamos chegado, mas, apesar da péssima sinalização, uma placa indicava o caminho para o centro de Palmas. Fomos nos aventurando pelas ruas, ou melhor, quadras que segundo meu pai eram extremamente parecidas com as de Brasília. Passamos em frente a alguns hotéis e optamos por um escolhido pelo meu irmão, cujo tema era muito interessante. O hotel estilo medieval não era tão bom quanto imaginávamos, no entanto servia para o que queríamos: descansar.
Às oito da noite mais ou menos saímos para jantar e passear pela cidade. Passamos por uma ponte enorme de 8 km que cortava um lago artificial, a ponte ia de Palmas em direção a uma cidade chamada Paraíso. Mesmo não indo para Paraíso, vale a pena passar pela ponte só pela sensação, e depois retornar os 8 km de ponte novamente.
Da ponte fomos para o único shopping que eu vi em Palmas. Antes de entrar no shopping eu estava me sentindo como se estivesse numa cidade alienígena, longe da civilização, me perguntando onde se encontravam as pessoas daquele lugar. Mas quando eu entrei no shopping de Palmas e vi todos aqueles jovens, toda aquela multidão lotando uma praça de alimentação rodeada de lojas, eu percebi que eu não estava em outro planeta, ainda se tratava do planeta Terra, ou melhor, ainda se tratava do meu querido país chamado Brasil. Pois era naquele shopping que eu tinha encontrado a civilização que eu estava ávida por encontrar.
Passeamos um pouco pelo shopping que era bem pequeno e não possuía cinema. No dia seguinte eu iria perceber que esse era o único shopping da cidade e que as pessoas lá conseguem sobreviver sem cinema. Saindo do shopping fomos comer no Bob’s, onde eu percebi mais uma vez que aquela capital, apesar de nova, era civilizada. E depois voltamos para o hotel onde eu tive uma ótima noite de sono.
Continuuaa...
7 comentários:
uiaa *-*
eu amo viajar =)
é tão bom conhecer novos lugares ^^
bejo!
NOsssssssssssa que viagem linda
tenho certeza vc vai se divertir pra caralhoooooooooo
topa parceria entre os blogs???
visita lá depois
http://pcsouzabv.blog.uol.com.br/
Sem cinema?
Como assim sem cinema?
oO
Deus me livre!
hehehehehe
E almoçar em um restaurante flutuante, embora deva ser lindo e divertido, tenho certeza deque ficaria enjoado, com certeza ficaria.
Enfim, boa viagem, hehehehe
;)
Beeeijo, xD
Aaah, eu morei relativamente perto . Em Manaus . Bjs =)
Aaah, eu morei relativamente perto . Em Manaus . Bjs =)
Ooiii!
seu blog ta lindo (como seeempre)
enfiim
passei pra avisar q eu te deixei um selinho la no meu blog, vai la veer, ok??
Beeeeijooos
Olá... li seu texto e achei bastante interessante embora NÃO CONCORDE com o seu conceito de civilização que é bastante EUROPEU... ahh, existem pessoas no mundo que vivem sem cinema, sem roupas novas e até mesmo sem uma alimentação digna... ACREDITE!
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